terça-feira, 14 de julho de 2009

TEENAGE MUTANT NINJA TURTLES III - THE MANHATTAN PROJECT (NES)

Terceiro jogo das tartarugas, Segundo beat’em up, e um bom jogo. Pelas fotos, vocês podem ver que os gráficos são melhores que os do TMNT 2, mas são meio porcos, mal desenhados. As tartarugas não estão nem um pouco parecidas com as do desenho, podem ver. Tirando isso, dá pra ver que os gráficos estão um pouco melhores.Nesse jogo as tartarugas voltam a ser diferentes. Leonardo tem um bom ataque, e seu “ataque especial” (aperte pulo + ataque) é um rodopio com as espadas. E essa é a sua marca registrada nos jogos, a partir daqui. Donatello é igual a Leonardo, mas seu ataque especial é um giro e uma paulada no chão, que ele usa também no TMNT de PS2. Michelangelo tem como ataque especial um chute que coloca longe qualquer inimigo, e é o melhor do jogo (AEEE MIKE!). E por fim, Raphael tem um ataque que acho foda, um parafuso com a cabeça, que ele usa também nos jogos de PS2.
A história do game: o Destruidor sequestra April (NÃO DIGA!!!) novamente, e junto com ela, sequestra a ilha de Manhattan. As tartarugas, que estavam de férias na Florida (!!!), vão atrás do cabeça de lata, pra salvar a querida amiga e a cidade. E o fdp do Destruidor prova aqui que é um desgraçado de primeira! “Se você os quer de volta, COME AND GET THEM!” E se você não entendeu a frase em inglês, vá a merda xD. O jogo é basicamente a mesma porradaria de sempre, mas pra mim foi mais prazeroso jogar esse, os ataques são mais bem feitinhos. E também segue o mesmo padrão de chefões ao fim da fase, com direito a Rocksteady e Bebop, novamene, sendo Rocksteady o primeiro chefe, e Bebop o terceiro (o segundo é um tal de Groundchuck). E no meio da terceira fase enfrentamos Slash, a tartaruga psicopata do Bebop, hehe... Também temos como chefão o Leatherhead, um crocodilo, ou jacaré, ou sei la o que, que acho simplesmente fodão. E também temos Tokka e Rahzar, dois vilões do segundo filme das tartarugas, em sua primeira aparição nos games. E devo confessar que dos três jogos de NES, esse foi o que mais me agradou sonoramente. Sim, eu viciei na musica da 3ª fase! Que coisa... As musicas são todas legais e bem feitas, o que torna o jogo agradável pros nossos ouvidos. Mas é claro, que como em todo jogo de NES, temos a porra do barulhinho irritante de quando atingimos alguém. Mas isso é tão comum que nem me irrita mais, chega a ser obrigatório um jogo de NES ter esse barulhinho. Aqui também aparecem os inimigos considerados os mais FDPs do jogo, Stone Worriors (sim, WORRIORS). E uma coisa que me deixou puto, quando você usa o “especial” do personagem, ele gasta sua vida. Bom, pelo que percebi, no IV também gasta, mas só se você acertar o inimigo. Aqui, se você erra a mira, perde vida a toa, e pode crer, eu fico MUITO PUTO com isso. Quantos pauzinhos de vida eu perdi atoa ._. Mas tudo bem, eu perdôo isso. Aqui temos de novo minha fase favorita, mas dessa vez as tartarugas não estão de skate, e sim surfando! YUHU \,,,/ E aqui também temos os helicópteros que tanto adoro acertar com voadoras...Outra fase que curti bastante é a do elevador. Cara, como é bom derrubar mousers e foots fdps de lá de cima *-*. Outra coisa que me emputeceu, temos dois duelos com o Destruidor ao longo do game. Um no meio do game, que é quando libertamos April (que dessa vez nem se dá ao trabalho de dar um beijinho na tartaruga que a salva, como faz no segundo game... vadia), e o segundo no final, quando o Destruidor vira o SUPER DESTRUIDOR. Quando zeramos o game, temos minha cena preferida, o COWABUNGA! Isso ae, tudo acabado, vamos festejar e nos entupir de pizza! Hahaha...
Enfim, mais um bom game pra quem gosta de beat’em ups, não supera o segundo, e nem é pior que ele, mas é um ótimo jogo, sendo para NES, acho até que superou o que eu esperava. O próximo a ser analisado é o meu preferido dos beat’em ups das tartarugas: Teenage Mutant Ninja Turtles IV – Turtles In Time! Meu preferido, e acho que o da maioria dos gamers também, pois é considerado o melhor de todos. É isso, mais nada a declarar, se você ainda tem paciência para os jogos de NES, recomendo TMNT 2 e 3, ótimos passatempos pra quem gosta de muita pancadaria. Quer gráficos melhores, um beat’em up fodastico e muito COWABUNGA?


Até amanhã...

TEENAGE MUTANT NINJA TURTLES II - THE ARCADE GAME (NES)



Bom, vou falar da versão de NES pois foi a única que tive a oportunidade de jogar… Esse é realmente um CRASSICO, pois foi o primeiro beat’em up das tartarugas. Sendo um jogo de NES, os gráficos até que são bons. O único ponto fraco é que todas as tartarugas são iguais neste game, em relação aos golpes. No de arcade (e também no primeiro, que já analisei aqui) cada uma tem seus pontos fortes e fracos. Bom, como já falei ali em cima, jogar com o Leonardo ou o Michelangelo não faz diferença nenhuma. Então, escolha sua tartaruga favorita (o meu é o Michelangelo xD) porque TA NA HORA DO PAU!
Bom, aqui a April é sequestrada pelo Destruidor, e é claro que as tartarugas vão buscá-la! Agora já temos o motivo pra porradaria que vai começar! Ao fim das fases, nós enfrentamos os chefes, e claro que Bebop e Rocksteady eram os primeiros chefes! Rocksteady é o chefe da primeira fase, e Bebop o da segunda, e ambos usam o mesmo padrão de ataques, então, se você derrotou um, vai conseguir derrotar o outro também. Temos outros vilões clássicos como chefes também, como o Dr. Baxter Stockman (antes e depois de virar mosca) e o próprio Destruidor no final. O jogo tem 2 fases e 3 chefes exclusivos para a versão de NES. A fase da neve é uma delas, com o chefe do final sendo uma especie de lobo, chamado Tora, pelo que andei lendo por aí... A outra fase extra é em uma espécie de templo japonês, ou sei lá que merda é aquela, que tem até imagens de tigres saindo da parede pra jantar purê de tartaruga! E o chefe dessa fase é um guerreiro, que pelo que vi por aí, se chama Shogun Warrior... E o terceiro chefe exclusivo, é ninguém menos que Baxter Stockman em sua forma moscuda! Sim, originalmente, teríamos que enfrentar Bebop e Rocksteady ao mesmo tempo, mas como o NES não tinha esse poder todo, optaram por colocar o clássico Baxter versão Jeff Goldblum . E ficou foda! Achei até mais bem feito do que aquele Baxter que foi usado como primeiro chefe no quarto jogo, pra Snes (e eu não to exagerando).
Eu tive a oportunidade de ouvir as musicas originais do arcade, e percebi que foram reproduzidas perfeitamente no NES, não danificando nossos ouvidos com musicas podres, enjoativas ou repetitivas! ARRELUJAH! Não temos mais aquele beep irritante de quando a vida ta no ralo (\o/) e também não temos mais a musiquinha LINDA de quando estamos naquela parte do jogo que parece uma imitação de Zelda (\O/!!!!!!) Os controles também são muito simples: um botão pra pulo, outro pra ataque, e se apertar os dois juntos, a tartaruga faz um rodopio com a arma, e era isso. Era “meta a porrada e seja feliz”. E também da pra notar que esse game é muito melhor em graficos do que o primeiro. E na minha opinião, dos três jogos de NES, é o que tem os melhores gráficos. Sim, eu sou cafona e fico analisando gráficos de NES, podem me chingar! Não poderia deixar de falar da minha fase preferida do jogo: a luta em cima do skate.

É a fase mais comprida do jogo, e é FODA ficar dando voadora nos helicópteros e ver o skate acompanhar todos os seus movimentos, haha... No terceiro jogo também teria uma fase assim, mas não em cima de um skate, e sim surfando, mas disso eu falo amanhã. Bom, é isso, não vou ficar estendendo pra não ficar (mais ainda) um pé no saco. Se seu negocio é dar porrada, berrar COWABUNGA e se entupir de pizza entre uma fase e outra, ESSE GAME É PRA VOCÊ!
E se você gostou desse, não deixe de conferir os próximos – Teenage Mutant Ninja Turtles III – Project Manhattan e Teenage Mutant Nija Turtles IV – Turtles In Time, esse último um clássico INDISPENSAVEL do Snes, e considerado o melhor Beat’em up das tartarugas!


Então, até amanhã... x)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

13 de Julho - Dia Internacional do Rock n' Roll \,,/


Iae bugrada, firmeza? \o\

Minha primera postagem aqui, justamente falando sobre a coisa de maior importância e que mais me influencia na minha vida: o Rock n' Roll!
Hoje é comemorado o dia internacional desse incrível e revolucionário estilo musical, mas como bons rockers, devemos cultuá-lo e ouvi-lo todos os dias ^^
Mas como eu não tenho nada decente pra postar aqui, resolvi colocar um conto que meu amigo Jonas escreveu, LEIAM, é realmente FANTÁSTICO!

Era uma vez, um rapaz chamado Rock'n'Roll. Um estilo musical que derivava do Blues, e se misturava a elementos do Country, Jazz, etc. Ele morava em um apartamento de um condomínio, e era vizinho de um ser um pouco mais velho, que você pode chamar de, Sistema, Capitalismo, Sistema Capitalista, Ganancia, Indústria Fonográfica, Materialismo, Deus da Caretice, etc... No filme "Escola de Rock", este "ser" foi chamado de "O Cara", logo, será esta a nomenclatura que usaremos neste texto.
O Cara, não era apenas um simples vizinho do nosso amigo Rock'n'Roll, mas o síndico do condomínio. Um cara aparentemente cheio de ética, que ia à igreja, preservava os valores que considerava serem bons, e passava o domingo fechado em seu apartamento, vestindo suéteres beges ou quadriculados, feitos por sua mãe, e lendo alguns jornais; mas conservava em seu interior uma certa ganancia materialista (que ele tentava não deixar transparecer, pois contrariava boa parte dos valores que ele pregava).
Já o Rock'n'Roll, era um rapaz um pouco mais dinâmico, despojado, as vezes inconsequente, que queria viver aquela liberdade que, segundo algumas pessoas, todos tinham direito. Por isso, causava um certo incomodo ao Cara.
O tempo foi passando, e ambos, sempre morando no mesmo condomínio, foram crescendo. O Rock'n'Roll teve alguns filhos( O Metal, o Punk, o Hard Rock, entre outros), viu alguns amigos morrendo de overdose, evoluiu a sua música, e conquistou uma boa popularidade com os outros moradores do condomínio. Já o Cara deixou sua ganancia materialista se sobrepor aos seus valores éticos, esqueceu um pouco das caretices, aprendeu a usar a estratégia, e consolidou o seu poder sobre o condomínio.
Junto com tudo isso, cresceu a rixa entre os dois. O Cara considerava o Rock'n'Roll imoral porque tinha atitudes inconsequentes, desvirginava algumas mocinhas de família, alguns de seus filhos não tomavam banho, eram ateus ou não aceitavam o que lhes era imposto. O Rock'n'Roll não gostava do Cara, pois o considerava frio, ganancioso e desumano. Então o Rock'n'Roll e seus filhos, em algumas de suas músicas, cantavam letras de desprezo ao Cara, e, sendo o Rock'n'Rolll um ser popular, essas mensagens atingiram um bom público.
Mas não pensem que o Cara não se preocupava com isso. Como síndico, era importante que ele tivesse uma boa imagem, e, vendo como a música atingia o pensamento dos outros moradores do condomínio resolveu criar algo que chamaremos de Modinha(s).
As Modinhas nada mais são do que maneiras do Cara tentar influenciar os outros moradores do condomínio a lhe seguirem , e talvez, ainda lucrar com isso. Nas Modinhas, o Cara busca passar aos ouvintes mensagens que os deixem acomodados em suas casas, ou ainda, que busquem estagnar seus intelectos; e isso não é difícil. É só falar de bunda, sexo, amor, chifres, ou qualquer assunto relacionado a isso.
Surgiram coisas como, Spice Girls, Back Street Boys, bandas de pagode, etc, e com isso, o Cara conseguiu novamente um bom número de seguidores.
Naqueles tempos, as pessoas, principalmente os jovens (mais suscetíveis às lavagens cerebrais promovidas pelas modinhas) se tornavam cada vez mais fanáticos por música (ou "música"); e isto permitiu que o Cara pudesse agora tirar uma boa grana vendendo seu som.
Então, numa bela manhã, em que as vacas acasalavam, nos galhos das árvores, e os passarinhos pastavam felizes, aconteceu uma reviravolta. Surgiu algo chamado Pirataria. O Cara sentiu um frio na barriga, e viu que a coisa era mais feia do que imaginava quando percebeu que o lucro que ele tirava em cima das modinhas estava caindo, caindo e caindo. Mas percebeu que o publico do rock estava fiel, firme na paçoca. Raios! O que o Rock tem que eu não tenho?
O Cara, sempre oportunista, resolveu aplicar a sua estratégia e esperou um dos bisnetos do rock na saída da escola, lhe ofereceu algumas balinhas e meia dúzia de pirulitos, o levou para casa (não sei se fez sexo com ele ou não, mas não vem ao caso), o criou, investiu nele, o levou para as emissoras de rádio e televisão, e pagou um jabá para que elas tocassem algumas músicas do garotinho.
Agora, o Cara possuía algo parecido com o Rock'n'Roll. Algo que herdou um pouco Punk, um pouco do Pop-Rock (que já era meio desvirtuado) e o que esse "Frankenstein" não pode herdar do resto da família, resolveu copiar. Esse algo começou a cantar letras que falavam de amor, desilusões, ou outras temas que qualquer pré-adolescente com Q.I. igual ao de um pepino poderia entender e se identificar. Nasceu o EMOCORE. E, sabe, os pré-adolescentes são o futuro da nação, e estes pré adolescentes cresceram, permitindo ao Cara, manter o controle sobre as mentes de boa fatia de uma geração inteira, continuando a lucrar com a música. Fez isso tão bem, que os moradores mais recentes do condomínio se quer conseguem diferenciar a música do Cara da música do Rock'n'Roll...
Felizmente, essa história ainda não teve fim!


MÚSICA É ARTE, NÃO MERCADORIA!