terça-feira, 10 de maio de 2011

10 anos de Boca Do Inferno!



ALÔ VOCÊS MEUS DOIS LEITORES! Depois de três meses sem aparecer aqui, apareço para lembrar a vocês que hoje, dia 10 de maio de 2011, o maior portal de horror do Brasil, Boca Do Inferno, completa uma década de existência!


Muitos de vocês podem não conhecer, mas esse é um dos sites de maior importância na minha vida, pois foi graças a ele que passei a me interessar ainda mais pelos sagrados horror movies, além de que, se ele não existisse, eu jamais teria conhecido o Ramone na comunidade do site no Orkut (!), e a barata jamais teria subido no muro!


Abaixo, um vídeo da foderástica equipe do site, falando sobre os dez anos do Boca Do Inferno:



E encerro esse post por aqui, com um pedido de desculpas, por estar relaxado com o Roach, e estar  postando uma vez a cada três meses apenas =/.


Inté a próxima.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

ESTE POST CONTÉM DESESPERO!!!

O FATO DE EU NÃO TER CRIATIVIDADE PARA CRIAR UMA INTRODUÇÃO LEGAL ME DEIXOU EM DESESPERO!!!!!!

Ok, agora podemos começar!
Primeiramente, estou estudando em dois horários e isso me priva um pouco de poder escrever com mais frequência aqui pro blog.

O desespero em questão é em virtude de Sayonara, Zetsubou Sensei, um anime muito foda que conheci há um tempo e venho assistindo. A história é simples: o cotidiano de uma classe com meninas estranhas, cada uma com uma personalidade única, regidas pelo professor Itoshiki Nozomu, um homem amargurado pela vida que sempre vê o lado pessimista de tudo. No primeiro episódio, descobrimos que o nome "Nozomu" quando escrito na horizontal, forma a palavra "Zetsubou", que significa "desespero". A cada episódio, algum fato leva o professor Itoshiki a repetir uma sequência de olhares e ao final dizer "ZETSUBOU SHIDA!!!" e o motivo que o levou a entrar em desespero.

Esse é um daqueles animes em que a história não tem propriamente um fim determinado, ela apenas segue em frente. Então, caso seja cancelada, não haverá pontas soltas nem nada do tipo.


O que faz de SZS tão mágico é a fortíssima carga de críticas sociais e sátiras a elementos da cultura japonesa e mundial. Desde cenas completamente sem sentido envolvendo Yagami Raito até a famosa cena do chuveiro do clássico Psicose, vemos muitas coisas conhecidas por todos (ou algumas só conhecidas no Japão) serem hilariamente satirizadas por Nozomu e suas alunas.

Outro grande ponto alto (para mim) é o nível de depressão e tristeza que Nozomu apresenta. Ele SEMPRE tem algo inteligente a dizer sobre a humanidade, a sociedade, cultura, economia, tudo! Desde sua apresentação no primeiro episódio, onde cria todo um clima de drama para falar ao vento enquanto pétalas de flores das árvores caem, até os momentos mais triviais onde ele fala coisas completamente filosóficas como se não fossem nada, Itoshiki Nozomu mostra por quê é um professor.

Mas ele não foi o único personagem que me prendeu ao anime, claro que não... Na verdade, as alunas são realmente o meu tipo de personagem, cada uma de uma forma diferente claro, mas uma em especial se destaca: Komori Kiri!

A começar pelo próprio nome, Kiri é uma hikikomori, ou seja, uma pessoa que prefere passar a vida isolada enrolada em um cobertor dentro do quarto e que tem pavor das demais pessoas. Ela é meiga, fofa, linda e delicada como mais ninguém no anime todo. Cada aparição sua faz bater mais forte o coração deste que vos escreve e ....

OK, CHEGA!!

Felizes agora? u_u


O anime foi dividido em várias temporadas: a primeira chama-se Sayonara Zetsubou Sensei; após essa temporada foi exibido um especial de uns 3 minutos mostrando supostas cartas de fãs para o estúdio que criou o anime, pedindo outra temporada. Em seguida vem [Zoku] Sayonara, Zetsubou Sensei, que seria a segunda temporada (a qual estou assistindo atualmente). Após essa há uma série de OVAs conhecida como Goku Sayonara, Zetsubou Sensei. A terceira temporada chama-se Zan: Sayonara Zetsubou Sensei, e após essa temporada foram lançadas mais alguns OVAs para cumprirem um papel de "temporada 3.5", e a eles se deu o título de Zan: Sayonara, Zetsubou Sensei Bangaichi. Lembrando que antes disso tudo houve os mangás, sobre os quais não sei muita coisa.

Well, isso foi um pouco de Sayonara, Zetsubou Sensei. Aliás, agradeço aos poopers Guilhox e Wender por terem me influenciado (indiretamente e sem saberem) a conhecer o anime, muito obrigado ae gurizada :3

Carry on!

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domingo, 20 de março de 2011

Burke & Hare!

Esta é uma história real... exceto pelas partes que não são!

Hello, you guys! Sem tempo para uma introdução bem feita-- venho aqui nesta madrugada de terça para quarta-feira, após quase ter sido assaltado na volta da faculdade, para lhes falar sobre um filme muitíssimo peculiar lançado recentemente: Burke & Hare!

Primeiramente, falemos da equipe: a direção é de ninguém menos do que John Landis, um dos grandes cineastas do horror e suspense dos anos 80, diretor do clássico "Um Lobisomem Americano em Londres", fazendo aqui seu primeiro trabalho em mais de 20 anos!

No elenco, grandes personalidades: meu ídolo-mor da comédia, Simon Pegg, estrela ao lado de Andy Serkis como os dois personagens-título! Além deles, temos também Jessica Hynes Stevenson, antiga companheira de Pegg no clássico britcom" Spaced" (sobre o qual falarei detalhadamente, um dia), Tom Wilkinson, Bill Bailey, Tim Curry e até mesmo uma participação especial do mestre Christopher Lee!


Quanto à sinopse: William Burke (Pegg) e William Hare (Serkis) são dois vagabundos trambiqueiros que não conseguem emprego nenhum, e só vivem de charlatanismos. Até o dia em que um inquilino da esposa de Hare, a bela Lucky (Jessica Stevenson, aqui creditada como Jessica Hynes) morre, e cabe a eles despacharem o corpo. Sem ideia do que fazer com o cadáver do velho, eles vão à taverna encher a cara e descobrem que um médico da cidade está disposto a pagar por corpos frescos que sejam entregues a ele, para fins de dissecamento em aulas. Só para constar, ao início do filme, um carrasco nos mostra a situação atual do departamento médico da cidade: um dos maiores e mais antiquados professores-cirurgiões, o Professor Monro (Curry) conseguiu um mandado que lhe garantia exclusividade sobre todos os defuntos da cidade, o que deixou o também médico e professor de medicina Dr. Knox (Wilkinson) com o cu na mão.

EIS QUE Burke e Hare entram em contato com o Dr. Knox, e passam a servir-lhe corpos recém-mortos para suas aulas, o que lhe garantirá uma maravilhosa vantagem sobre seu nêmesis, Professor Monro. Além disso, Joseph Nicephore (Allan Dorduner), um excêntrico francês, descobre um meio de registrar permanentemente as descobertas do Dr. Knox: por meia da maravilhosa técnica da FOTOGRAFIA!
Os negócios vão muito bem obrigado, quando Burke conhece Ginny Hawkins (Isla Fisher), uma atriz amadora que planeja encenar Macbeth apenas com mulheres. Burke se apaixona por ela e promete financiar sua peça, mesmo não tendo condições para tanto (esse fato deixa uma dúvida: teria sido Burke um ancestral de Bill Gates? HAHAHA).

Além de toda essa situação, Burke e Hare são "abduzidos" por Danny McTavish e seu lacaio, Fergus, que exigem parte do lucro sobre os cadáveres. Em troca, eles não deixarão ninguém interferir no "serviço" dos dois, porém, caso algo saia contra a vontade de McTavish, ele os matará. Feito o trato, os dois William passam a matar várias pessoas na calada da noite e levar os corpos para o Dr. Knox, que progride cada vez mais em seus estudos sobre o corpo humano.


Essa é a sinopse ~básica~ que consigo tirar do filme, com alguns spoilerzinhos, mas nada demais. Fato é que essa história é baseada em fatos reais: tais crimes todos ocorreram, porém alguns nomes foram adulterados no filme, e muitos detalhes foram adicionados para se ter uma maior área para se trabalhar. Mesmo assim, aliás, até mesmo se fosse uma história fictícia, Burke & Hare funciona de uma maneira tão linda que é como se estivéssemos vendo as coisas como realmente aconteceram, com toques extras de humor negro.

Simon Pegg aqui prova definitivamente que não precisa de Nick Frost a seu lado para ser o destaque do elenco, seja nas cenas sérias, seja nas cômicas, seja nas emotivas. Mesmo que seu talento não seja aproveitado a um nível tão grande como quando os dois trabalham juntos, aqui ele consegue se destacar dos demais nesses mesmos fatores citados.

Não pesquisei muito a fundo a história original, então não sei se as cenas em que os destinos de cada personagem são contados é verídica, mas que são realmente muito fodas, isso são. Deram um jeito até de enfiar Darwin na porra toda!


Enfim, esse é Burke & Hare, definitivamente não é dos melhores filmes de 2010, mas com certeza vale assistir. Não espere pouco, não espere muito, o melhor aqui é ficar em cima do muro mesmo, pois se você não for fã do Pegg como eu sou, talvez se decepcione. E claro, não esqueça de prestar atenção nos hilários sotaques irlandeses da dupla principal, com direito a falas marcantes como HOLY SHAIT!! e coisas do tipo.

Carry on!